Estado dos móveis mostra abandono do órgão (Foto Divulgação)
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), essencial para salvar vidas e atender emergências em Três Lagoas, enfrenta uma realidade alarmante nos bastidores. Funcionários denunciam que estão trabalhando em um ambiente totalmente inadequado, marcado por mofo, cadeiras quebradas, ar-condicionado danificado, falta de pintura nas paredes e até portas quebradas.
As condições precárias comprometem não apenas o bem-estar dos trabalhadores, mas também a eficiência de um serviço que precisa estar sempre em prontidão. “É revoltante. Trabalhamos com dedicação para atender a população, mas o ambiente é completamente insalubre”, relata um servidor que preferiu não se identificar por medo de represálias.
O mofo se espalha pelas paredes e pelo teto, gerando riscos respiratórios para os profissionais que passam longas horas dentro do local. O mobiliário, desgastado e quebrado, torna o trabalho ainda mais desconfortável, refletindo um quadro de abandono.
Além do impacto na saúde dos funcionários, o descaso estrutural pode comprometer o próprio atendimento à população. O SAMU é uma das portas de entrada mais importantes do sistema público de urgência e emergência, e depende do bom funcionamento de sua base física e de seus profissionais para operar com eficiência.
Diante da gravidade da situação, servidores cobram providências imediatas da administração municipal. “Queremos apenas condições dignas de trabalho. É o mínimo que a gestão pública pode oferecer a quem dedica a vida a salvar outras vidas”, afirma outro funcionário.
Enquanto isso, o prédio que deveria simbolizar agilidade e cuidado com a saúde pública se tornou um retrato do abandono. A população, que depende diariamente do serviço, também é vítima indireta desse cenário.
O espaço esta aberto para manifestação da Secretaria de Saúde e Prefeitura.

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As condições precárias comprometem não apenas o bem-estar dos trabalhadores, mas também a eficiência de um serviço que precisa estar sempre em prontidão. “É revoltante. Trabalhamos com dedicação para atender a população, mas o ambiente é completamente insalubre”, relata um servidor que preferiu não se identificar por medo de represálias.
O mofo se espalha pelas paredes e pelo teto, gerando riscos respiratórios para os profissionais que passam longas horas dentro do local. O mobiliário, desgastado e quebrado, torna o trabalho ainda mais desconfortável, refletindo um quadro de abandono.
Além do impacto na saúde dos funcionários, o descaso estrutural pode comprometer o próprio atendimento à população. O SAMU é uma das portas de entrada mais importantes do sistema público de urgência e emergência, e depende do bom funcionamento de sua base física e de seus profissionais para operar com eficiência.
Diante da gravidade da situação, servidores cobram providências imediatas da administração municipal. “Queremos apenas condições dignas de trabalho. É o mínimo que a gestão pública pode oferecer a quem dedica a vida a salvar outras vidas”, afirma outro funcionário.
Enquanto isso, o prédio que deveria simbolizar agilidade e cuidado com a saúde pública se tornou um retrato do abandono. A população, que depende diariamente do serviço, também é vítima indireta desse cenário.
O espaço esta aberto para manifestação da Secretaria de Saúde e Prefeitura.

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FONTE: JORNAL RAIO X



