Prefeitura propõe contratar empresa para organizar viagens do prefeito e secretarias
A Prefeitura de Três Lagoas está discutindo a contratação de uma empresa especializada em agenciamento de viagens para cuidar das passagens e deslocamentos do prefeito Cassiano Maia e de todas as secretarias municipais.
Pelo plano apresentado, a empresa contratada seria responsável pela compra de passagens aéreas, terrestres e fluviais, tanto no Brasil quanto no exterior. Além disso, ela cuidaria de reservas de hospedagem e contratação de seguro-viagem internacional.
A proposta tem levantado debates entre políticos e servidores públicos, porque a Prefeitura já conta com chefia de gabinete, assessores e servidores que normalmente cuidam da organização de agendas e da logística oficial.
Críticas e dúvidas sobre a medida
Quem critica a ideia aponta que essa contratação poderia:
Duplicar funções que já existem dentro da própria estrutura da Prefeitura;
Aumentar custos com taxas de agenciamento;
Desviar atenção e recursos de áreas consideradas mais essenciais, como saúde, infraestrutura e serviços básicos.
Por outro lado, quem defende a contratação diz que uma empresa especializada poderia negociar melhores tarifas de viagem e organizar centralizadamente os deslocamentos.
O que ainda não foi divulgado
Até agora, a Prefeitura não divulgou detalhes importantes, como:
Quanto custará o contrato;
Se haverá um limite anual de gastos com viagens;
Quais critérios definirão as viagens internacionais.
População quer explicações
Com a discussão acontecendo nos bastidores, moradores e contribuintes querem clareza sobre a necessidade da medida e, principalmente, qual será o impacto financeiro dessa contratação para os cofres públicos.
Pelo plano apresentado, a empresa contratada seria responsável pela compra de passagens aéreas, terrestres e fluviais, tanto no Brasil quanto no exterior. Além disso, ela cuidaria de reservas de hospedagem e contratação de seguro-viagem internacional.
A proposta tem levantado debates entre políticos e servidores públicos, porque a Prefeitura já conta com chefia de gabinete, assessores e servidores que normalmente cuidam da organização de agendas e da logística oficial.
Críticas e dúvidas sobre a medida
Quem critica a ideia aponta que essa contratação poderia:
Duplicar funções que já existem dentro da própria estrutura da Prefeitura;
Aumentar custos com taxas de agenciamento;
Desviar atenção e recursos de áreas consideradas mais essenciais, como saúde, infraestrutura e serviços básicos.
Por outro lado, quem defende a contratação diz que uma empresa especializada poderia negociar melhores tarifas de viagem e organizar centralizadamente os deslocamentos.
O que ainda não foi divulgado
Até agora, a Prefeitura não divulgou detalhes importantes, como:
Quanto custará o contrato;
Se haverá um limite anual de gastos com viagens;
Quais critérios definirão as viagens internacionais.
População quer explicações
Com a discussão acontecendo nos bastidores, moradores e contribuintes querem clareza sobre a necessidade da medida e, principalmente, qual será o impacto financeiro dessa contratação para os cofres públicos.
FONTE: CLARA NEWS



