Em Três Lagoas Serviço de Regulação Médica vive abandono: funcionários fazem vaquinha para comprar cadeiras enquanto telefone do SAMU segue com falhas

Em Três Lagoas Serviço de Regulação Médica vive abandono: funcionários fazem vaquinha para comprar cadeiras enquanto telefone do SAMU segue com falhas

Serviço de Regulação Médica vive abandono: funcionários fazem vaquinha para comprar cadeiras enquanto telefone do SAMU segue com falhas

Enquanto a Prefeitura de Três Lagoas insiste em divulgar uma imagem de modernidade e eficiência na saúde, a realidade nos bastidores do Serviço de Regulação Médica e do SAMU é alarmante. Funcionários denunciam um cenário de abandono, falta de condições mínimas de trabalho e descaso das autoridades municipais.
 

O absurdo chegou a tal ponto que os próprios servidores tiveram que fazer vaquinha para comprar cadeiras novas, já que as disponibilizadas pela administração estavam em péssimas condições, com risco de queda e sem condições de uso. Um serviço essencial à população, que exige atenção, agilidade e segurança, funciona hoje em um ambiente considerado insalubre por quem trabalha no local.
 

Mas a precariedade não para por aí. O problema mais grave atinge diretamente a população: as linhas telefônicas do SAMU e da regulação não permitem a transferência das chamadas entre atendentes e médicos. Em situações de urgência, cada minuto é decisivo para salvar vidas — e a falha técnica pode significar o atraso fatal em atendimentos de emergência.
 

A pergunta que ecoa entre os servidores e a população é clara: onde está o prefeito, que é médico e deveria compreender a gravidade desse descaso? Onde está a secretária de saúde, que fecha os olhos para a realidade do setor .
 

O que se vê é um governo que prefere investir em propaganda e discursos vazios enquanto quem está na linha de frente da saúde trabalha sem condições mínimas, improvisando soluções e carregando nas costas a responsabilidade que deveria ser do poder público.

 

 

FONTE: JORNAL RAIO X