Cancelamento do evento gerou críticas nas redes sociais (Foto Divulgação)
A decisão do prefeito de Três Lagoas de cancelar o tradicional Réveillon da cidade gerou forte repercussão entre os moradores e levantou questionamentos sobre as prioridades da administração municipal. O anúncio feito após uma série de eventos que consumiram milhões de reais dos cofres públicos provocou críticas nas redes sociais e reacendeu o debate sobre o uso dos recursos públicos.
Nos últimos meses, a Prefeitura promoveu e patrocinou grandes eventos culturais, esportivos e festivos, alguns com cachês de artistas nacionais e estruturas de alto custo. Entretanto, o mesmo empenho financeiro não se repetirá na virada do ano — uma data simbólica e tradicionalmente celebrada por diversas cidades da região, que veem no réveillon um momento de lazer, integração e estímulo ao turismo local.
Em entrevista recente a rádio Caçula, o prefeito afirmou que o cancelamento tem relação com os animais, mas fontes próximas, dizem que o cancelamento, tem relação com as críticas que o mesmo vem recebendo por gastos elevados nos eventos patrocinados pela prefeitura.
Especialistas em gestão pública apontam que o cancelamento, após gastos elevados com entretenimento, pode indicar falhas no planejamento orçamentário. “É legítimo investir em cultura e lazer, mas é preciso equilibrar as contas e respeitar as tradições locais. A ausência de critérios claros para a aplicação dos recursos compromete a confiança da população”, avalia a economista Alessandra Antônio.
Tradição interrompida
Três Lagoas vinha consolidando seu Réveillon como uma das celebrações mais esperadas do interior sul-mato-grossense, reunindo milhares de pessoas e gerando renda para comerciantes, ambulantes e setores de hospedagem. O cancelamento, além de frustrar expectativas, deixa um vazio simbólico para a população, que vê a cidade retroceder em um momento de confraternização e esperança.
Nos últimos meses, a Prefeitura promoveu e patrocinou grandes eventos culturais, esportivos e festivos, alguns com cachês de artistas nacionais e estruturas de alto custo. Entretanto, o mesmo empenho financeiro não se repetirá na virada do ano — uma data simbólica e tradicionalmente celebrada por diversas cidades da região, que veem no réveillon um momento de lazer, integração e estímulo ao turismo local.
Em entrevista recente a rádio Caçula, o prefeito afirmou que o cancelamento tem relação com os animais, mas fontes próximas, dizem que o cancelamento, tem relação com as críticas que o mesmo vem recebendo por gastos elevados nos eventos patrocinados pela prefeitura.
Especialistas em gestão pública apontam que o cancelamento, após gastos elevados com entretenimento, pode indicar falhas no planejamento orçamentário. “É legítimo investir em cultura e lazer, mas é preciso equilibrar as contas e respeitar as tradições locais. A ausência de critérios claros para a aplicação dos recursos compromete a confiança da população”, avalia a economista Alessandra Antônio.
Tradição interrompida
Três Lagoas vinha consolidando seu Réveillon como uma das celebrações mais esperadas do interior sul-mato-grossense, reunindo milhares de pessoas e gerando renda para comerciantes, ambulantes e setores de hospedagem. O cancelamento, além de frustrar expectativas, deixa um vazio simbólico para a população, que vê a cidade retroceder em um momento de confraternização e esperança.
FONTE: JORNAL RAIO X



