Homem deu um soco na barriga do bebê que provocou anemia aguda, devido a hemorragia interna, causada pelo rompimento de um dos rins. O crime foi em novembro de 2016.
O Tribunal de Justiça condenou, nesta quarta-feira (7), a 28 anos de prisão o padrasto acusado de torturar e assassinar o filho de dois anos da ex-companheira em Andradina (SP). O crime foi em novembro de 2016, pouco depois do fim do relacionamento. O G1 não localizou o advogado de defesa.
Marcelo Vitorino de 20 anos, conhecido como ‘Marcelinho’, além de torturar a criança, também foi o responsável pela lesão que causou a morte dela. O júri determinou 21 anos da pena pelo homicídio e sete anos pela tortura.
A mãe da vítima, que na época do crime tinha 16 anos, teve um relacionamento com o homem. Durante o namoro, a criança começou a apresentar vários hematomas pelo corpo e o padrasto dizia que ela caia e se machucava sozinha.
A adolescente teria terminado o relacionamento com o suspeito, mas antes dele sair da casa, agrediu o menino com um soco na barriga, o que teria provocado uma anemia aguda, resultado de hemorragia interna, causada pelo rompimento de um dos rins.
O resgate só foi acionado, quando o homem disse à mãe que o bebê tinha caído do sofá e não estava bem. A criança deu entrada no pronto-socorro da cidade com parada cardiorrespiratória e não resistiu.
Os médicos do hospital encontraram vários hematomas e cicatrizes pelo corpo e constataram que ele sofria maus-tratos. A suspeita de abuso sexual foi descartada.
Os familiares da vítima disseram à polícia que desconfiavam das agressões, mas não tiveram tempo de impedir o homicídio.
Suspeito foi preso e na época levado para a cadeia de Pereira Barreto (SP) — Foto: Reprodução/TV TEM
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Criança chegou a ser resgatada, mas não resistiu — Foto: Reprodução/TV TEM
fonte: TV TEM



