JUSTIÇA DE ANDRADINA INTERVEM NO SINDICATO DOS SERVIDORES DE MIRANDÓPOLIS

JUSTIÇA DE ANDRADINA INTERVEM NO SINDICATO DOS SERVIDORES DE MIRANDÓPOLIS

JUSTIÇA DE ANDRADINA INTERVEM 


NO SINDICATO DOS SERVIDORES DE MIRANDÓPOLIS

MIRANDÓPOLIS- Mais um caso de extrema gravidade e escândalo em Mirandópolis. O Sindicato dos Servidores Municipais, desde o dia 3 está sob intervenção da Justiça do Trabalho de Andradina, por causa de denúncias feitas contra procedimentos obrigatórios não cumpridos desde o ano de 2000 e por descontrole nas contas.


Desde o dia 14 de novembro do ano 2000 o Sindicato dos Servidores de Mirandópolis foi considerado “inativo” porque não há os registros de atas e transferência de posses registradas no Oficial de Registro de Títulos e Documentos Civil de Mirandópolis.


O juiz do Trabalho de Andradina, Arthur Albertini Neto, nomeou como administrador provisório do Sindicato, o atual presidente e autor das denúncias Ademiro Olegário dos Santos. Conforme ofício do magistrado que chegou ao conhecimento de Ademiro no dia 6 de março, está destituída toda diretoria da entidade e como interventor, ele terá até o dia 31 de outubro para convocar novas eleições.

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A gestão de Ademiro é apontada como aquela que resgatou a credibilidade do sindicato. Quando ele assumiu, percebeu que havia herdado um rombo próximo dos R$ 500 mil nas contas do Sindicato.

O ex-presidente Antônio Francisco de Lima, filho do ex-prefeito da cidade é atualmente Diretor Municipal de Obras da Prefeitura de Mirandópolis. Parte do débito de R$ 290 mil em contas não pagas junto ao comércio local, se referem a recursos de convênio que eram descontados dos salários dos servidores, mas que não foram repassados para os comerciantes. Ações de execução já determinaram até mesmo o leilão do prédio onde está hoje a sede do sindicato.


Mas Ademiro considera que é possível recuperar o tempo perdido. Durante seus 3 anos de gestão, ele repassou mais de R$ 7,8 milhões ao comércio local, mantendo os pagamentos de serviços em dia. O número de empresas conveniadas com o Sindicato passou de 34 para 117 e o número de associados saltou de 450 para 700. A Justiça deverá averiguar agora, possíveis desvios de recursos e o encaminhamento de ações criminais.

 
fonte: Noroeste Rural