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Empresa rebate crítica sobre não aprovação de candidatos em concurso público da Prefeitura de Andradina

Empresa rebate crítica sobre não aprovação de candidatos em concurso público da Prefeitura de Andradina

EMPRESA REBATE CRÍTICA SOBRE NÃO APROVAÇÃO DE CANDIDATOS EM CONCURSO PÚBLICO.


“Não ter aprovados no último concurso da Prefeitura de Andradina é possível sim! Já vi acontecer com outras empresas e instituições sérias. Isto é um sinal da mais absoluta lisura. Uma das nossas preocupações é formular provas com de alto nível, com excelência, baixo grau de recursos, de forma a selecionar pessoas aptas a desenvolver suas atribuições com a eficiência necessária à administração e a segurança que a sociedade merece”.

 

ANDRADINA – O advogado e administrador Ricardo Aroni, sócio–proprietário da Pública Consultoria, que há mais de uma década realiza concursos públicos na região Alta Noroeste, rebateu as críticas postada por blogs e nas redes sociais, segundo as quais “teria faltado transparência” no fato de não aprovar nenhum candidato.

Aroni disse que o fato de ninguém ter sido aprovado se deve ao padrão exigido nas provas da banca que prima pelo princípio da eficiência. “Nossas provas são preparadas segundo critérios de professores universitários, utilizando procedimento similar ao da Fundação Carlos Chagas que é de 60% de acertos em todas as matérias da prova. Algumas empresas utilizam somente 50% no geral. Tivemos muitos candidatos que, acredito eu, devam estar se lamentando, pois ao consultar seu desempenho verificaram que faltou pouco para atingirem o patamar de classificação”.

O empresário disse ainda que, o número de recursos de gabarito não atingiu meio por cento das questões aplicadas, comprovando assim a correção técnica das mesmas, acentuando que as poucas críticas postadas em redes sociais e na imprensa são infundadas.

“Os candidatos saem com suas cópias de gabaritos que são impressos na capa do caderno de provas. Conferem com o gabarito oficial e a prova disponibilizada na área do candidato via internet. Encerrados os recursos e efetuada a revisão, se publica novo gabarito e se procede a abertura dos envelopes e leitura eletrônica dos gabaritos oficiais com a classificação efetuada por sistema 100% informatizado. É impossível haver qualquer erro”.

Além disso, Aroni informou que todas as informações constam tanto dos Editais, quanto do site da empresa, e o que percebeu foi que alguns ou não consultaram ou ignoraram as informações publicadas e aquelas previstas na área do candidato, onde os mesmos tem acesso a todos os dados.

Concorreram cerca de 390 candidatos para o preenchimento de 11 vagas na área da saúde, sendo três vagas para médico clínico geral com salário de R$ 2.674,02, uma para médico do Programa Saúde da Família Rural e três para Médicos da Família na área urbana com salários de R$ 8.994,53 e mais quatro para médicos plantonistas com remuneração de R$ 120,21 por hora.

O concurso também previa a formação de cadastro reserva para auxiliar sanitário, que exige diploma de segundo grau com salários de R$ 1.428,81.

Aroni, que é um dos subscritores da “Carta de Brasília” – documento do Conselho Federal de Administração que dispõe sobre procedimentos em concursos públicos – afirma que “uma das nossas preocupações é formular provas com de alto nível, com excelência, baixo grau de recursos, de forma a selecionar pessoas aptas a desenvolver suas atribuições com a eficiência necessária à administração e a segurança que a sociedade merece”.

A reportagem apurou que na lista de candidatos estavam nomes de diversas pessoas ligadas ao governo municipal e que não foram aprovadas, motivo que fez com que técnicos e Prefeitos enaltecessem o concurso a Prefeita Tamiko Inoue, em reunião no CIENSP – Consórcio Intermunicipal do Extremo Noroeste, pela qualidade técnica, lisura e transparência.

Segundo a Prefeitura, os trâmites para contratação de empresa que realizará novo concurso, estão em andamento, mas não soube precisar quanto tempo levará entre a realização de contratação e a abertura do novo concurso. Somente que apesar de tais procedimentos demandarem certo tempo, existe urgência para que haja lotação das vagas.

 

“Não ter aprovados no último concurso da Prefeitura de Andradina é possível sim! Já vi acontecer com outras empresas e instituições sérias. Isto é um sinal da mais absoluta lisura. Uma das nossas preocupações é formular provas com de alto nível, com excelência, baixo grau de recursos, de forma a selecionar pessoas aptas a desenvolver suas atribuições com a eficiência necessária à administração e a segurança que a sociedade merece”.

 

ANDRADINA – O advogado e administrador Ricardo Aroni, sócio–proprietário da Pública Consultoria, que há mais de uma década realiza concursos públicos na região Alta Noroeste, rebateu as críticas postada por blogs e nas redes sociais, segundo as quais “teria faltado transparência” no fato de não aprovar nenhum candidato.

Aroni disse que o fato de ninguém ter sido aprovado se deve ao padrão exigido nas provas da banca que prima pelo princípio da eficiência. “Nossas provas são preparadas segundo critérios de professores universitários, utilizando procedimento similar ao da Fundação Carlos Chagas que é de 60% de acertos em todas as matérias da prova. Algumas empresas utilizam somente 50% no geral. Tivemos muitos candidatos que, acredito eu, devam estar se lamentando, pois ao consultar seu desempenho verificaram que faltou pouco para atingirem o patamar de classificação”.

O empresário disse ainda que, o número de recursos de gabarito não atingiu meio por cento das questões aplicadas, comprovando assim a correção técnica das mesmas, acentuando que as poucas críticas postadas em redes sociais e na imprensa são infundadas.

“Os candidatos saem com suas cópias de gabaritos que são impressos na capa do caderno de provas. Conferem com o gabarito oficial e a prova disponibilizada na área do candidato via internet. Encerrados os recursos e efetuada a revisão, se publica novo gabarito e se procede a abertura dos envelopes e leitura eletrônica dos gabaritos oficiais com a classificação efetuada por sistema 100% informatizado. É impossível haver qualquer erro”.

Além disso, Aroni informou que todas as informações constam tanto dos Editais, quanto do site da empresa, e o que percebeu foi que alguns ou não consultaram ou ignoraram as informações publicadas e aquelas previstas na área do candidato, onde os mesmos tem acesso a todos os dados.

Concorreram cerca de 390 candidatos para o preenchimento de 11 vagas na área da saúde, sendo três vagas para médico clínico geral com salário de R$ 2.674,02, uma para médico do Programa Saúde da Família Rural e três para Médicos da Família na área urbana com salários de R$ 8.994,53 e mais quatro para médicos plantonistas com remuneração de R$ 120,21 por hora.

O concurso também previa a formação de cadastro reserva para auxiliar sanitário, que exige diploma de segundo grau com salários de R$ 1.428,81.

Aroni, que é um dos subscritores da “Carta de Brasília” – documento do Conselho Federal de Administração que dispõe sobre procedimentos em concursos públicos – afirma que “uma das nossas preocupações é formular provas com de alto nível, com excelência, baixo grau de recursos, de forma a selecionar pessoas aptas a desenvolver suas atribuições com a eficiência necessária à administração e a segurança que a sociedade merece”.

A reportagem apurou que na lista de candidatos estavam nomes de diversas pessoas ligadas ao governo municipal e que não foram aprovadas, motivo que fez com que técnicos e Prefeitos enaltecessem o concurso a Prefeita Tamiko Inoue, em reunião no CIENSP – Consórcio Intermunicipal do Extremo Noroeste, pela qualidade técnica, lisura e transparência.

Segundo a Prefeitura, os trâmites para contratação de empresa que realizará novo concurso, estão em andamento, mas não soube precisar quanto tempo levará entre a realização de contratação e a abertura do novo concurso. Somente que apesar de tais procedimentos demandarem certo tempo, existe urgência para que haja lotação das vagas.