José Augusto Rosa, o “Zé Rosa”, teve o privilégio de receber em sua propriedade na semana passada alguns bovinos da raça crioula Lageana, cinco fêmeas e um touro. Introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses entre 1530 e 1540, oriunda do Egito – África, onde existe a 4000 anos, a finalidade da raça era ter animais de tração, produção de carne e leite, e o couro por ser grosso, servia na cobertura de moradias.
A espécie é uma raça quase extinta no país, cujo o rebanho total não chega a 1000 cabeças em todo o território nacional, o que credencia a ser o pioneiro na criação da raça no Estado de São Paulo.
Os bovinos da raça Crioula Lageana são encontrados na região sul do Brasil, mais precisamente nos campos de Lages – SC. Expostos a um processo de seleção natural durante várias gerações, o gado crioulo adaptou-se as condições locais e desenvolveu características que o permitiram sobreviver a uma oferta de alimentos pobre em nutrientes, se justificando como importante recurso genético a sua rusticidade. Em entrevista ao jornal da região zé comenta que sempre foi ligado a cultura e a história da cidade de Andradina e que não poderia deixar de lembrar que na propriedade onde encontra suas criações nasceu o artista plástico Adélio Sarro famoso no mundo inteiro
Vale lembrar que Zé rosa foi parabenizado por Marcio Camargo, veterinário da Associação de Registro Genealógico da raça Crioula Lajeana do estado de Santa Catarina
“Parabéns Sr. Zé Rosa pela aquisição de tão belos e preciosos animais da raça Crioula Lageana. Tenho certeza que esse tesouro genético contribuirá para a qualidade da carne do rebanho de São Paulo comentou em um post em sua rede social
fonte: JR



