A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Andradina cumpriu, nesta semana, mais dois mandados de prisão preventiva relacionados a casos de violência doméstica, totalizando três prisões recentes nesse contexto.
As ações ocorrem justamente nos dias que antecedem o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, reforçando o compromisso das autoridades com a proteção das vítimas.
Na quinta-feira (05), policiais civis da DDM deram cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra F.S.O., de 35 anos, acusado de ameaça e violência doméstica contra N.V.A.C., de 25 anos. De acordo com informações da polícia, o homem possui extensa ficha criminal e já esteve envolvido em episódios ligados às antigas guerras de gangues na região.
Durante as investigações, foi constatado que, além de ameaçar a companheira, o investigado também teria feito ameaças contra a mãe da vítima, identificada pelas iniciais A.A.C.. Diante da gravidade dos fatos, a Justiça determinou a prisão preventiva do acusado, que foi localizado e detido pelos policiais.
Já na sexta-feira (06), a equipe da DDM cumpriu outro mandado de prisão preventiva contra J.P.D.R., de 37 anos, por descumprimento de medida protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha.
Segundo a polícia, a vítima, D.M.R., de 35 anos, procurou a delegacia e registrou boletim de ocorrência relatando que vinha sendo novamente ameaçada pelo agressor, mesmo após a determinação judicial que o proibia de se aproximar ou manter contato.
Diante da denúncia e da comprovação do descumprimento das medidas impostas pela Justiça, foi solicitada a prisão preventiva do investigado, que também foi localizado e detido.
De acordo com a Polícia Civil, as prisões reforçam o trabalho permanente de enfrentamento à violência doméstica e a importância de as vítimas procurarem ajuda sempre que se sentirem ameaçadas.
As autoridades destacam que a atuação rápida da Delegacia de Defesa da Mulher tem sido fundamental para garantir a segurança das vítimas e para responsabilizar agressores que insistem em descumprir determinações judiciais ou praticar violência contra mulheres.
FONTE: HOJE MAIS



