Formada pelos vereadores José Augusto Rosa [presidente], Cláudio Ribeiro [membro] e Edgar Dourado Matos [relator], a CEI [Comissão Especial de Inquérito] instaurada pela Câmara de Vereadores já iniciou os trabalhos para investigar denúncia de quebra e falta de decoro do vereador Mario Henrique Cardoso, o Mário Gay, do PPS.
Doze dos 15 vereadores foram favoráveis ao requerimento protocolado pela executiva do PPS pedindo investigação da conduta do parlamentar que vem se tornando insustentável a cada sessão. A CEI tem agora menos de três meses para concluir os trabalhos e dependendo do resultado o investigado por ter seu mandato cassado.
E mais um capítulo dessa chacota política foi registrado semana passada, quando Mário Gay chegou atrasado à sessão ordinária e sem traje adequado [conforme lei aprovado com seu voto] insistiu em ocupar seu lugar na Mesa Diretora. Ao que consta, foi a segunda falta do parlamentar neste ano e serão descontadas de seu pagamento.
Mário Gay é acusado de ter assinado carta de desfiliação do PPS após ter sido eleito e exame pericial confirmou a veracidade de sua assinatura, segundo informou à época o presidente do Diretório Municipal do PPS, Osvaldo Ordones.
“Apesar de não ser necessário foi reconhecido firma da assinatura do vereador, para não dizerem que foi fraude ou que ele não assinou nada, inclusive a mesma está a disposição para fazer um exame grafo”, detalhou Ordones.
DENÚNCIA DE ASSÉDIO
Posteriormente a isso, Mário Gay foi denunciado à Câmara pela mãe e seu ex-assessor de gabinete, acusado de assediar o rapaz em plena Casa de Leis. Nenhum vereador quis assinar pedido de CEI até então.
Totalmente sem controle emocional ou preparo para exercer o cargo, o vereador aprontou mais baixarias depois disso. No segundo semestre do ano passado bateu boca e avançou numa decoradora que atuou com ele na campanha passada. O entrevero ocorreu no interior da Câmara, foi gravado e Mário Gay é investigado na Seccional por isso.
MAIS BAIXARIAS
Não satisfeito após efetuar três trocas de assessores, neste início de ano o parlamentar investiu contra mulheres no plenário da Câmara, ameaçou uma repórter, agrediu outro com socos, e em meio a palavras ofensivas arremessou o celular na direção de um grupo que protestava contra gestos obscenos dele ao final de uma sessão ordinária.
fonte: Jornal Impacto Online



