O clima esquenta toda vez que se cruzam pelos corredores “Mário Gay” e mãe de suposta vítima do vereador acusado por assédio sexual; enquanto isso a Polícia Militar é acionada para controlar a quizila formada
Na tarde da segunda-feira (16) a Policia Militar esteve novamente na Câmara Municipal de Andradina para acalmar os ânimos que andam bastante acirrados por lá nos últimos dias.
Denunciado por um ex-assessor – segundo Boletim de Ocorrência 1015/2017 de 12 de julho – o vereador Mário Henrique Cardoso, o popular “Mário Gay” é investigado como agressor por assédio sexual. O caso que especialmente é competência da polícia e da justiça tem transformado a Câmara Municipal num ambiente de “disse-me-disse” com direito a boatos, mexericos e falatórios, ameaças e contra ameaças.

Na segunda-feira com a incomoda presença da cidadã Luciana Alcântara Pimenta, progenitora da suposta vítima de “Mário Gay”, o ambiente na Casa de Leis voltou a ficar quente.
Luciana além da justiça comum, busca por justiça também pelas vias políticas. Ela espera que o seu pedido de CEI – Comissão Especial de Inquérito para apurar denuncia contra “Mário Gay” culmine com o julgamento político e a cassação do mandato e dos direitos políticos do vereador acusado.
O fato é que basta um breve encontro entre a mãe e o vereador para a sensação de quizila reinar no local e um verdadeiro quiprocó se iniciar. Não fosse um ambiente de graves confusões a presença da Policia Militar não seria necessária para acalmar o “disse-me-disse” que se tornou repetitivo no local.
Durante a 32ª Sessão Ordinária que aconteceu na noite da mesma segunda-feira, o vereador “Mário Gay” possivelmente fez pela primeira vez desde que assumiu o cargo o uso da tribuna. O vereador gastou seu tempo para se defender das acusações lendo um texto em tom de discurso protestando com veemência contra aqueles que chama de perseguidores e apresentando suas razões.
fonte: JR



