“A ameaça de morte que o vereador Mário Gay me fez perante 14 vereadores continua em andamento”, diz mulher em Andradina

“A ameaça de morte que o vereador Mário Gay me fez perante 14 vereadores continua em andamento”, diz mulher em Andradina

A mãe do ex-assessor de Mário Gay (PPS) afirmou que o processo que ela move contra ele por ameaça de morte não foi arquivado e continua correndo normalmente nas instâncias judiciais da comarca do município de Andradina.

De acordo com Luciana Alcântara Pimenta, o único processo que foi arquivado foi o de outra mulher que o vereador da cidade teria tentado agredir nas dependências da Câmara Municipal no primeiro semestre deste ano. O seu processo ainda está em vigor.

A mulher procurou a redação do Fatos Regionais para esclarecer o fato. Luciana explicou que, diferentemente do que havia sido publicado pela reportagem do Portal, o processo que ela move contra Mário Gay não foi encerrado. Ela lembrou que, neste momento, o processo segue dentro dos prazos previstos.

“O outro processo foi arquivado porque venceu o prazo de seis meses e a vítima não representou. Meu processo contra ele tem apenas dois meses, está longe do prazo de representação”, afirmou a mulher. A mãe do ex-assessor afirmou ainda que não há hipótese de seu processo ter o mesmo fim. “Meu advogado vai representar contra Mário Gay”.

Luciana também afirmou para o Fatos Regionais que segue em andamento a solicitação de investigação que ela protocolou junto ao Ministério Público de Andradina contra o presidente da Câmara de Andradina, vereador Silas, por ter engavetado a denúncia contra o vereador. Na denúncia protocolada no Poder Legislativo, a mulher pedia a abertura de uma CEI – Comissão Especial de Inquérito – contra o vereador.

Como o processo de ameaça movido por Luciana contra Mário Gay ainda permite quatro meses até o prazo final de representação e com a garantia da vítima de que pretende representar, é provável que o processo dure ainda boa parte do ano de 2018, o que mantém a tranquilidade de Mário no cargo. A menos que o MP decida pedir seu afastamento.